Acho que é isso

Porque alguém tão doce se auto definiria como amarga? Isso não para de martelar minha mente. E só penso que, talvez, isso se deva ao fato dela nunca ter tido o prazer de se experimentar. Talvez. É a incapacidade do ser humano de se auto experimentar. De viver consigo próprio momentos de deleite de si mesmo. Continuar lendo

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A dialética do amor

Afinal, o que é amar? Essa pergunta é, sem dúvidas, a mais difícil de responder. Chega a ser inclusive mais difícil que a obter a resposta “da vida, do universo e tudo mais”. Porque amar é profundamente subjetivo. Cada um possui sua forma de amar. Alguns amam em excesso, outro em falta. Alguns amam com euforia, outros com comedimento. Alguns amam de forma doentia, outros de forma livre. Porém nenhuma forma de amar é mais importante que outra. Nenhuma forma de amar é a verdade absoluta, a única forma possível. Vivemos em um mundo com 7 bilhões de habitantes, já pensou se todos amassem igual ao Lindemberg (aquele mesmo do caso Eloá)? E é justamente essa diversidade de pessoas no planeta que faz com que haja uma diversidade de formas de amar, pois cada um possui experiências amorosas diferentes, e leva os resultados dessas experiências para suas próximas relações. Isso molda a forma de cada um lidar com as várias formas de amar, afinal a memória do brasileiro pode ser curta, mas a do coração não é. Continuar lendo

Cada louco com sua loucura

Cada indivíduo possui uma idiossincrasia. Aliás, acho que até mais de uma (e acho ainda que é exatamente isso que da graça em se viver em sociedade). Tipo eu. Eu tenho várias idiossincrasias. Uma delas é essa mania de falar/escrever com palavras complicadas para parecer que sou mais inteligente do que realmente sou. Pode anotar ai, futuramente isso será conhecido como Complexo de César (esse mesmo do BBB). Outra seria essa coisa de acordar me sentindo inteligente nuns dias e burro nos outros.

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A Luta com a Aranha

Tenho que confessar uma coisa. Quando se trata de bichos, tenho mais medo do que gostaria. A começar pelo bicho ser humano, que é sem dúvidas o que me dá mais medo. Tem uma capacidade extraordinária para pensar e inventa aparelhos de destruição em massa. Inventa formas de acabar com milhares de vidas em uma só vez. E como se não bastasse, não pensa sobre o significado disso e leva o ato até o final. Bicho estranho demais. Enquanto os irracionais defendem seus iguais, o ser humano racional mata seus iguais, pelos motivos mais torpes. Bicho estranho esse!

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