A Futebolização da Política

Não é de hoje que discutir política virou discussão de futebol. Não adianta mais apelar ao bom senso de alguns dos interlocutores. Política virou torcida, e você é praticamente obrigado a escolher um lado. Se você não escolher, alguém o fará por você. Basta fazer a mais suave crítica ao PSDB que automaticamente você virou petralha, ou vice e versa.

Junto a isso, tem alguns políticos que jogam muito bem com a população, pegar uma turma pseudopolitizada e usa descaradamente como massa de manobra. Esse é o caso do Doria, que usa do marketing político para conseguir novos seguidores cegos que, visando apenas as boas ações que ele anda fazendo, e as fantasias que ele anda vestindo, se alimentam de informações incompletas e acham que ele é o melhor prefeito do mundo, não conseguindo enxergar as medidas contraditórias e nem mesmo questionando algumas das medidas “positivas”. Esse post é justamente para tentar mostrar o primeiro mês do Doria, com os pontos positivos, negativos e alguns questionamentos. Continuar lendo

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As cotas raciais são justas?

Após um breve período afastado do blog, trago nesse lindo dezembro um debate meio passado, mas que recentemente apareceu com certa frequência na minha vida. Então como um economista apegado as estatísticas, tentei olhar essa questão por um lado menos emocional e mais empírico. Porém, não foi elaborado aqui nenhum estudo econométrico ainda. A intensão e elaborar alguns estudos no decorrer do tempo, e que serão devidamente compartilhados aqui. Continuar lendo

[Resenha] Sete anos bons

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Outro dia passeando pela Saraiva de um shopping aqui perto, me deparo com o livro “Sete anos bons” de Etgar Keret. Nunca tinha ouvido falar desse autor, mas a transcrição da BBC comparando ele ao Kafka aguçou minha curiosidade (malditos marqueteiros). Além disso o preço do livro estava bem atraente, então comprei.

Keret é um contista. Um contista de contos curtos. E é israelense. Continuar lendo